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O nosso pequeno grupo do Curso em Milagres

Foto do escritor: JOÃO MOTTA
JOÃO MOTTA
16 de jul.
2 min de leitura

O grupo foi criado no Norte de Portugal em Agosto de 2024, com quatro membros. Temos uma reunião semanal on-line e uma reunião presencial uma vez por mês. Somos um grupo de iguais, de irmãos solidários.


Estamos sempre a experimentar, a deixar evoluir o modelo das reuniões semanais e mensais. Pretendemos, ao mesmo tempo, ter uma estrutura de base visando permanência e coerência, e a espontaneidade e flexibilidade, que se ajustem á problemática com que cada um se vai debatendo. Em geral, começamos por uma meditação, que tanto pode ser guiada como em silêncio. Em seguida gostamos de ler um trecho do Curso. Fazemos também no início uma “ronda” para saber como está a vida de cada um e fazemos “espirais” de elevação em que cada um vai fazendo as suas afirmações, decretos, invocações ou orações.


Cada um, ao longo da semana, pode ir sugerindo os textos a serem lidos na reunião ou as temáticas a debater, gerando-se naturalmente, um consenso. Uma temática de base é um apanhado das lições praticadas durante a semana: dificuldades e resistências encontradas e abertura de certos portais de compreensão e práctica.


Continuamos a encarar a ideia de fazermos resumos do “adquirido” nos retiros presenciais para mantermos presentes técnicas e métodos utilizados que possam ser prosseguidos. No fundo, buscamos falar de coisas do presente e não do passado, de preferência assuntos que consideramos “implicativos”, prácticos e não de assuntos meramente teóricos. De resto, no fim dos retiros gostamos de fazer alguma celebração comum, mais ou menos simbólica.


Temos também usado “técnicas” de expressão, que variam, da escrita à dança e do desenho (que é activador de memórias) às constelações familiares e começámos a explorar o que se poderia chamar “teatro do ego”, com ou sem uso das máscaras que representem as nossa subpersonalidades. Buscamos pois uma forma espacial comum de representar os ensinamentos do Curso. Também, com vista á “visão por cima do campo de batalha”, foi iniciada uma técnica apropriada, que pareceu resultar.


Outra ideia que tem sido trabalhada é a de sermos um grupo neo ou proto-templário, dado alguns de nós sentirem o apelo do guerreiro sagrado. Outra ideia evocada é a da nossa progressiva unificação como grupo se tornar uma “nave”, começando, por vezes, a gerar-se essa sensação. Uma nave que representa a unidade, em que o “especialismo” separativo se dilui e que poderá emitir uma certa frequência, para que outros a ela possam aceder, sobretudo em situações de emergência colectiva.

 




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