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Os 3 As da nova religião

  • Foto do escritor: JOÃO MOTTA
    JOÃO MOTTA
  • 13 de jul.
  • 2 min de leitura

“Se a nova religião não é verdadeira, cairá por si. Se é para ser, ela prosperará.”


Eu que este texto escrevo, não sei nada e só peço que a Vontade de Deus se cumpra e nada mais.


Na nova religião – aberta, de adesão livre e gratuita e que não exclui as religiões existentes- para além dos três dogmas, os três Ps (tudo é possível, permutável e perfeito), há os 3 As, os três atributos ou três corações: Alegria, Amor e Abundância.

A Alegria é a do Filho que somos, é a força vital de criar, de expandir, é o A de Agradecimento por termos sido criados, é o manter o Pai coeso e completo, sempre em mente como co-criador.

 O Amor é o que o Pai É, o que Ele depositou em nós, a forma como Ele se estendeu a nós e assim nos criou, perfeitos como Ele. Esse amor é a “cola” da Criação, a essência de tudo.

A Abundância é como o Espírito Santo, que está em tudo, que em tudo facilita a comunicação do todo. É o que permite, fomenta e guia a expansão e a criatividade, que tudo traduz dum domínio para outro.

São essas qualidades que nos definem, são as nossas jóias, o nosso tesouro.

Como em qualquer sistema de pensamento, ou religião, os “dogmas” e as qualidades ou atributos estão íntimamente ligados. Em termos de uma casa, os Ps são os pilares e os As são as traves mestras ou paredes, conforme se queira ver ou sentir. As portas e as janelas são as prácticas e os relacionamentos são os corredores.

O tudo ser possível, perfeito e permutável dá-nos o tapete de segurança na viagem, a certeza de que “nada de real pode ser ameaçado e que Deus vai connosco onde quer que vamos”. A alegria, o amor e a abundância são a energia que nos alimenta e se expressa através de nós. Em termos de corpo humano, os P são a ossatura, os A são a carne e o sangue da nossa nova religião, são a substância do corpo místico que sentimos incorporado no concreto quotidiano.

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