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"A Cosmovisão das Tartarugas" é um Jardim Mágico criado em 2002. Entre 2024 e 2025, foi realizado um filme com a duração de 12 minutos, inspirado nesta obra. Ambas as obras foram apresentadas como uma instalação na Sociedade de Belas Artes, entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.

Descubra um complexo de templos da civilização quelónia, repleto de mistérios e magia das tartarugas:

1. Deusa Tartaruga – eterna criadora e reitora de todos os seres vivos.

2. Tartaruga-Calendário – relógio cósmico, guia as fases da lua, migrações e nascimentos.

3. Tartaruga-Borboleta – mito central da religião quelónia e promessa de metamorfose da carapaça em asas, asas que nos permitirão voar para outras dimensões.

4. Só mulheres servem a Deusa: umas são sacerdotisas, outras pitonisas (oráculos) e outras são as missionárias da nova religião. Estas mulheres, iniciadas nos rituais da Deusa, recebem mensagens telepáticas, são guardiãs de segredos cósmicos e respondem às perguntas dos homens.

Uma experiência poética, fantástica e interativa, onde cada detalhe convida à contemplação do mito e à reflexão sobre a magia do Universo.

A exposição de João Motta intitulada A Crise Planetária encontrou-se patente no Salão Anual da Sociedade Nacional de Belas Artes de 5 a 20 de Novembro 2021.

“Para entrar na exposição clique aqui”

A Crise Planetária versão de 3.49 min - PT

 

Neste filme o artista e ex-diplomata João Motta, mostra, através das suas obras tridimensionais, o que sentiu e observou durante o ano de 2020, sobre a relação da Humanidade com o Vírus. Este aparece primeiro como Esfinge, passando a Monstro, acabando por se revelar a Encenação cósmica da actual crise planetária. Nesta última peça, falam personagens como o Vírus, o Xamane, a Alma do Mundo, o Ego colectivo, um E.T. e o Deus Shiva.

Realizador: Eduardo de Sousa 

The Planetary Crises english version - 3.49 min - EN

synthesis of extended version 19 min

Porque sou? Porque faço?

Cada humano procura o sentido da vida. A maioria descobre-o nas relações sentimentais, na família ou amigos, nos empregos, férias, hobbies, filmes ou jogos. No meu caso, primou a busca espiritual e o encontro com o divino. Assim, a minha forma de fazer arte é uma tentativa de dar sentido ao mundo e um espelho da busca de identidade. Ultimamente a minha obra apresenta heróis, meditadores e xamanes. São os meus modelos, que tornam certas obras “devocionais”, pois medito diante delas. Aprendo assim com o que faço, vou-me moldando.

Os heróis dão-me coragem, os meditadores dão-me centro e os xamanes levam-me a ligar os mundos visíveis e invisíveis. São o meu masculino projectado para fora, reconhecido e reintegrado.

Olá!
Este site dá uma ideia das actividades exercidas por João Motta, também conhecido por João Teixeira da Motta.
Estas actividades visam ajudar a criação de uma nova síntese cultural e a emergência de um novo paradigma civilizacional. Querem também mostrar a unidade, que se expressa de muitas formas.
Assim, a nível da escrita, há artigos, um livro e alguns contos. A nível da imagem, existem os Jardins Mágicos, mundos miniatura dentro de caixas, e há pinturas e fotos. Mostram-se também vários vídeos, uns relativos a performances de teatro-dansa, outros aos Jardins Mágicos.
A visão de João Motta é integral, ou seja, nada na vida de uma pessoa ou na de uma sociedade está separada do resto. Assim, o económico, a permacultura, o dinheiro, os afectos, o emocional, o psicológico, o trabalho (ou hobbies), o social, o político e o espiritual, (ou trabalho de consciência), formam um todo interligado em que cada peça depende e afecta as outras.
Uma pessoa ou uma sociedade não pode funcionar bem ou evoluir sem se ter em conta todos estes elementos, nomeadamente a ligação entre o político e o espiritual.
O outro ingrediente desta visão é o de que a realidade nos espelha. Somos criadores, consciente ou inconscientemente, da nossa realidade, pela qual somos responsáveis, num período em que a humanidade está a ter a oportunidade de passar a outro estado de consciência e de forma de vida sobre a Terra.
Apesar de tudo ser uno e tudo estar interligado, julgou-se útil separar este site em quatro partes, pois haverá pessoas mais interessadas em cada uma delas: o artístico, o literário, o espiritual , a actividade político-social e comunitária.
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Este símbolo existe disseminado pelos vários continentes do planeta, sobretudo na Ásia, há muito tempo, tendo sido redescoberto por Nicholas Roerich no século XX. Este mestre espiritual e artístico pintou-o na sua tela A Mãe do Mundo e inscreveu-o, a fundo branco, na sua Bandeira da Paz, que foi aceite pela UNESCO. Tem duas significações: as três bolas seriam a arte, a ciência e a religião dentro do anel da Cultura ou o passado, o presente e o futuro no círculo da Eternidade.
João Motta, no catálogo para as suas exposições feitas no Japão em 1996, realizado pelo galerista Luís Serpa, incluiu este símbolo como seu mom (brasão japonês) ou sinal distintivo.
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